NOSSA
Quando eu me apaixonei pela decadência Eu estava cheio da grana Num avião indo pra Paris Meus fantasmas bem Embora os coros clandestinos Nos enrrabem. Nosso canto objetivo. Eu assumir Eu cuspir O corpo que treme é bem vindo, Montparnase Essa experiência tem duas videntes Uma, eu conheci Na estação de St. Michel Outra, apenas olhei pela janela avermelhada Desde que ela foi feita, ela nunca foi esculpida Parecia Numa aventura Religiosa secreta Assumia a Boneca Que era no universo Que Não brincava no universo “Então minha benção será lenta?” Uma Na sua doidera muito cedo Aumentando a doçura? Aberta Descansando e esperando um único vagão E Soava A outra Velha e deusa Fechada A conservação do meu espírito vai importar Esse mágico que condena Os humanos Como se Fazendo alcoólatra A partir dos dedos Pendurados Dos quartos de hotéis Esqueci e vida Chamando os Malditos franceses Eles me invocaram primeiro Viajaram Nossas imagens não são mentes E elas As duas Renascimento Manassés Diego
Escrito por agulhasregistros às 15h21
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desenho de Lorca

Escrito por agulhasregistros às 20h28
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