SANTIDADE Experiência. Era muito obedecer a si mesmo. Dançando em ruídos, perto do universo, até os rostos das janelas conhecidas, atrás de deliciosos goles de poço. Nós nos concentramos nos animais. Nós nos forçamos, estamos ocupados em morrer de verdade. Cartomantes ditadoras aliviarão nossa consciência de jovem artista. E nada de segurança, nada de segurança. Sair para ser completo. E nós nos torturamos por não ter sucesso e outros brilhos. Nenhum cheiro certo. E não sabemos onde pagar a taxa. Instintivamente: a colheita. Nos incluíram para nos difamar e perseguiram nossas vistas. Nos atribuíram coisas. Acotovelado por barreiras, encontro-me neles – uma dor cobrada é pior. E se diante de uma nova energia, o filho dessas vidas se mostra, a afeição em nós cresce. Rapid- amente. “Seja lá o que tava me aprisionando, me fez feliz”. Nem sempre estaremos vivos para receber suas bênçãos. Quere nascer nos sentidos. Eu estou assumindo minha respiração; minha respiração. Tranquilo com os outros em abstinência. Manassés Diego
Escrito por agulhasregistros às 19h23
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